Recentemente acompanhamos nas notícias o caso do maranhense Elkeson, que se tornou ídolo no futebol chinês com suas ótimas performances nos times Guangzhou Evergrande e no Shanghai SIPG. Este é só mais um dos diversos casos que temos visto nos últimos anos, muitos atletas brasileiros têm ido jogar em diversos países do mundo e, algumas vezes, a naturalização é essencial para performance na seleção do país em competições como a Copa do Mundo.

 

 

De Coelho Neto – MA para sucesso na China

Em 2016, Elkeson ficou conhecido como a transferência mais cara do mundo do futebol. O negócio totalizou R$ 83 milhões quando o jogador passou do time de Guangzhou para o time de Shanghai. Já em 2018, Elkeson atingiu um novo patamar de sucesso mundial ao se tornar o maior campeão do futebol chinês, jogando ao lado de outros brasileiros conhecidos: Hulk e Oscar. O brasileiro conquistou o primeiro de Futebolista do Ano na China em 2014, tendo sido campeão nos anos 2013, 2014, 2015 e 2018.

 

A naturalização

Tamanho sucesso fez com que a China o convidasse, juntamente ao conterrâneo Ricardo Goulart, para que se naturalizassem chineses e não ficassem de fora do campeonato mundial do Catar em 2022. A naturalização tornaria viável que os dois brasileiros atuassem com a seleção chinesa no Catar. Como os jogadores já moram na China há mais de cinco anos, eles são candidatos aptos à naturalização. Outros atletas como Aloisio, Fernandinho e Alan também estão realizando o processo.

 

 

A naturalização envolve, necessariamente, renunciar a antiga naturalização (no caso, a brasileira), uma vez que a leia chinesa não permite dupla nacionalidade.  Além disso, os antigos nomes ocidentais devem também ser deixados para trás. Os jogadores devem adotar nomes chineses, de acordo com o idioma local. O processo leva tempo. A cidadania de Ricardo Goulart, por exemplo, deve ser concluído em 2020.

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