No país com a maior população do mundo, nem tudo que é consumido é produzido nacionalmente, o que não tira o mérito da eficiente e tecnológica agricultura chinesa. Saiba mais abaixo!

 

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Mesmo que a China seja um dos países com maior índice de urbanização, não quer dizer que a agricultura tenha perdido espaço no cenário nacional. Pelo contrário, quanto mais urbanização, maior o número de pessoas, logo, uma demanda maior de alimentos.

Dado o exposto, as políticas agrícolas estão em constante mudança devido aos problemas ambientais e escassez de recursos naturais, como água. Contudo, a autossuficiência da agricultura chinesa é altíssima e demonstra ao Brasil uma oportunidade de comércio internacional no setor agrícola.

Mas, antes de nos aprofundarmos um pouco mais na sistematização e nas oportunidades que existem na agricultura chinesa, vamos abordar como ela surgiu e seus métodos.

 

Origem e Produção da Agricultura Chinesa

 

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Há milhares de anos, os primeiros vestígios da agricultura chinesa foram registrados, através de vestígios em plantações de arroz. A partir daquela época, a agricultura só cresceu entre a população chinesa, chegando a atingir 63% da população no campo em 1985.

Esse dado é curioso pois, já no século XX, muitos países, mesmo em desenvolvimento, passaram por um aumento populacional urbano que ultrapassou a metade no decorrer do século, como foi o caso do Brasil em 1964. Contudo, a China só passou a ter mais de 50% de população urbana a partir de 2011.

A agricultura chinesa possui como base de sua produção agrícola o trigo, arroz, batata, amendoim, milho, algodão e outros produtos agrícolas que colocam a China como um dos países com o maior rendimento agrícola do mundo. Além dos citados acima, deve-se dar destaque também à importância dos produtos agrícolas chineses destinados ao chá, pois a exportação desses produtos é alta e possui grande demanda. Toda essa eficiência e rendimento em apenas 15% de terras consideradas cultiváveis.

 

O poderio da agricultura chinesa

 

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A China possui notório reconhecimento no setor produtivo, pois é a maior produtora de arroz e fumo do mundo, segundo maior em trigo e quarto maior em soja. E, mesmo com uma forte baixa de sua população rural no começo do século XXI, ainda há províncias (Estados) que a maior parte da população ainda é rural, e o governo chinês demonstra uma grande preocupação quanto a renda e as condições dessa população.

O governo central chinês até lançou um novo projeto no começo dos anos 2000 com o nome de “New Socialist Countryside”, o qual tem como foco a diminuição da diferença entre a vida urbana e a vida rural, além do suporte na inovação e tecnologia.

Além desse projeto, um outro, que já está em vigor, visa uma mudança no campo que pode melhorar a situação do meio rural chinês, chamado Plano Quinquenal. Esse Plano busca o controle do crescimento urbano em lugares onde a população urbana já esta saturada.

Não bastasse essa ajuda, o governo chinês também fornece um subsídio ao produtor rural. Tais subsídios, ao todo, representaram cerca de um quarto de toda a receita agrícola que a China levantou no ano de 2015. Fatores como esse mostram todo o apoio que os chineses dão a sua agricultura e a população que nela trabalha. Algumas ações podem até não ser adequadas para o cenário nacional do Brasil, mas merecem o estudo e a atenção dos brasileiros, pois a autossuficiência e a segurança alimentar da agricultura chinesa são exemplares.

 

Bônus: Drones na Agricultura

 

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Não é surpresa que drones estão mostrando 1001 utilidades para a rotina do ser humano. Não poderia ser diferente na agricultura chinesa, não é mesmo? Os chineses arrancaram na corrida do mercado de drones quando tratamos de sua aplicabilidade no meio rural. Por exemplo, uma empresa chinesa projetou um drone para fumigação e também para fiscalização de áreas de plantio.

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Por Leonardo Souza Silveira

Fonte: PanoramaInternacional; Meioambiente.culturamix; TribunaAlentejo; NexoJornal; News.cgtn; AutelRobotics

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