Durante toda a história da civilização chinesa, o dragão sempre teve papel de destaque. É um animal lendário, símbolo de nobreza. O dragão está presente em diversos elementos da cultura chinesa. O dragão tem potencial de chamar a chuva, alívio da gigantesca população agrícola chinesa desde os tempos mais antigos. A dança é feita por diversas pessoas que precisam estar sempre em harmonia, um dos pilares da filosofia chinesa.

 

 

História

Os primeiros registros da dança do dragão datam da dinastia Han, que acabou em 220 a.C. Como os chineses têm diversos festivais simbólicos durante o ano, a festa do dragão foi bem incorporada em festejos relacionados à agricultura e à fartura. Hoje ela é também uma manifestação folclórica, considerado um espetáculo.

 

 

Atualmente a dança do dragão pode ser encontrada em diversos locais do mundo em diversas situações. Celebrações do ano novo chinês, abertura de empresas, eventos de todo o tipo, inclusive desfiles de moda. As faculdades chinesas, em sua maioria, possuem aulas de elementos tradicionais da cultura chinesa como a dança do dragão e a dança do leão.

 

A dança

O dragão tem cerca de 3 metros e é dividido entre cabeça, corpo e calda. Seu corpo é sustentado por varas de bambu que são usados para manipular o dragão durante a dança. Todos participantes seguem um líder, que está desconecto do resto do corpo do dragão.. Em locais escuros são utilizadas luzes dentro do dragão, performance conhecida como “dragão de lanterna”.

 

 

É uma dança que exige bastante esforço físico por parte dos participantes. A cabeça do dragão deve mover-se a todo momento para demonstrar poder. Além disso, a cabeça do dragão às vezes aparece com os olhos iluminados. O show fica ainda mais incrível devido ao seu acompanhamento musical. Uma percussão segue o ritmo dos movimentos do dragão, ajudando inclusive na harmonia dos participantes da dança.

 

Por Mariana Madrigali

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